de_forma's Blog

2000-2009 December 31, 2009

Filed under: Uncategorized — deforma @ 12:50 am
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Mais uma década(teoricamente)chega ao fim,muito embora no calendário a noção desta mesma década seja outra.Mas isto não importa realmente nada neste caso.
Sempre fica a pergunta sobre o que marcou tal década e tal,como foi esta década na música,politica,sociedade e etc,e acaba sempre por se cair numa genrealidade que nem sempre é verdadeira,embora seja uma maneira de abarcar determinado periodo de tempo.
O Jornal britanico The Gurdian elaborou uma lista,bem ao estilo sarcástico do humor inglês,das “Pessoas que estragaram a década”,e mesmo que com todo o “ranting” do artigo,não deixa de ser engraçado ler algums comentários.Nada para ser levado tão a sério,mas não deixa de ser interesante.Algumas partes memoráveis:

Jéssica Simpson
Is this chicken, what I have, or is this fish? I know it’s tuna, but it … it says ‘Chicken of the Sea’.” And with that choice quote from her show Newlyweds the former fourth-rate Britney started a depressingly prevalent trend: to make it on a reality show you had to be really really dumb.[…]

Harry Potter
[…] the Potter franchise still drags on, and worse, we’ve been inundated with countless wearisome wannabes. Every expensive family movie is now a prospective Part One.[…]

Nina Myers
Myers is also guilty of inspiring the No One Ever Really Dies phenomenon when she popped back up in a later series, thus giving everyone who’d wound up in the TV graveyard hope that they’d be back on set soon enough.

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Moon December 29, 2009

Filed under: Uncategorized — deforma @ 10:01 pm
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Tiro o chapéu para o filme debut do diretor inglês Duncan Jones.Moon agrada não só pelos cenários e pela atmosfera passada na lua e dentro da base,que aliás teve grande parte dos cenários e veículos feitos na base de maquetes,como nos bons filmes de Sci-Fi ,mas também vale a pena pelo drama psicológico vivido pela personagem de Sam Rockwell.
Aliás,por falar nos bons filmes,não dá para não reparar na homenagem feita pelo diretor a 2001,Solaris,Outland e outros filmes do gênero.
Com apenas 5 milhões de dólares de verba(contra os 237 milhões de Avatar) ,o diretor conseguiu fazer uma história com conteúdo e que convence,algo que tem faltado na maioria dos filmes de ficção científica lançados ultimamente.
Só lamenta-se o fato de que “Lunar”,como a Sony Pictures batizou na versão brasileira,não possa ser apreciado nos cinemas.

 

Concreto transparente December 27, 2009

Não chega a ser literalmente transparente como o título sugere,mas tratando-se de concreto e da antítese deste com a transparência o que se tem não deixa de ser algo no mínimo espetacular.
O material criado pelo arquiteto Áron Losonczi e vendido pela empresa LiTraCon é composto por 5% de fibras óticas e 95% de concreto comum,e é ainda cerca de 10 vezes mais resistente do que o concreto tradicional,suportando cerca de 4 toneladas por centímetro quadrado.
O problema é o preço, ainda bastante elevado, de cerca de mil euros por metro quadrado.


Não dá para não se lembrar da tentativa semelhante usada na Dominus Winery,de Herzog & De Meuron, na Califórnia.
Já não é de hoje que a arquitetura busca dar novos significados e abrir novas possibilidades para materiais já conhecidos.

Para saber mais:
LiTraCon
LUCCON

 

Ecos December 19, 2009

Filed under: Pessoal — deforma @ 9:28 pm
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Chamem do que quiserem:
equivalência,interação,relação,ecos,comunicação,dependência.
Esta é a parte mais difícil do jogo,é aonde ter algo só por si,isolado,em módulo,não serve de nada.É o conceito que de nada serve,que morre dentro de si mesmo por não se poluir com a diversidade que há por ai fora.
É a utopia irreal e o uma teoria estudadada para o fracasso.
Depende-se sempre de algo externo nas nossas vidas,e há uma fina linha entre ser totalmente influenciado pelo externo e entre criar as suas ideologias de uma forma mais pessoal,muito embora estas mesmas ideologias sempre tenhm um quê de influencia exterior.
Mas o problema mesmo reside quando as temos,e sabemos que elas são possíveis,mas não há correspondência.Ou até há,por um determinado periodo de tempo,mas é incompleta e acaba por frustar.
Ou então quando se sabe que poderia haver uma interação que fosse proveitosa,mas como se depende de fatores externos,a outra parte nem sempre está aberta,no mesmo espaço de tempo,à mesma percepção.Ou simplesmente é ideologia de uma parte só,e ai acaba por tornar-se fantasia…pode ser tanta coisa,e pode-se fazer tanta coisa,mesmo algumas que ás vezes não compensam e não são muito éticas.
E volta-se á estaca zero…ao eco sem resposta.Ao eco que não existe a não ser com o meu significado.

 

 
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